Experimentos indicam que a nova variante, agora dominante, é muito mais infectante. Felizmente, ela não é mais virulenta, pois não há diferenças na capacidade de infectar as células pulmonares.
Entre desafios logísticos, pressão internacional e transição climática, a indústria do Amazonas consolidou uma experiência singular de desenvolvimento associado à floresta em pé, com mulheres assumindo papel cada vez mais estratégico nos espaços de liderança, inovação e transformação regional.