“Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela... de fazê-la uma aventura maravilhosa! Portanto ̶ em nome da democracia ̶ usemos esse poder, unamo-nos...
Estudantes das universidades Yale, MIT, Princeton, Stanford e Vanderbilt apresentaram queixas legais contra suas faculdades por violação de uma lei de gestão prudente de...
O Vale do Silício, na Califórnia (EUA), faz parte do imaginário da tecnologia ao concentrar grande parte das potências desse setor em uma mesma região,...
Universidade do Mar buscará potencializar parcerias para enfrentamento da problemática socioambiental da baía mais populosa e degradada do Estado do Rio de Janeiro
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.