Governo aproveita guerra na Ucrânia para aprovar o projeto sem discussão na Câmara dos Deputados. Líderes vão consultar as bases e decidirão nesta quarta-feira
Bolsonaro defendeu exploração de potássio em TIs, sob justificativa de que importação da Rússia cairá com a guerra. PL que trata do tema avança no Congresso
O presidente norte-americano, Joe Biden, disse hoje que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (EUA) está criando equipe de trabalho exclusivamente para investigar...
O Brasil não assinou um documento publicado pela Organização dos Estados Americanos (OEA) que condena a investida russa em território ucraniano.
A Ucrânia vive o terceiro dia...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.