Estudo da GHM Solutions e do Instituto de Energia e Ambiente da USP mostra que automação e eficiência em edifícios podem economizar, por ano, o equivalente à produção de Itaipu e milhares de quilômetros de linhas de transmissão. Mas essa revolução começa em casa, com decisões de consumo, automação simples e pressão cidadã por prédios mais inteligentes.
O Jaraqui Graúdo, portanto, é menos um ponto de chegada e mais uma confirmação de rota. Ele nos diz, em voz alta: continuem. Continuem cruzando fronteiras, aproximando academia e empresas, integrando ciência, economia e sustentabilidade. Continuem escutando a floresta, as águas e as pessoas, com a autoridade de quem aqui respira, atua e constrói. Continuem acreditando que a universidade amazônica não é chamada a reproduzir modelos, mas a inventar caminhos.
O Mapa do Caminho que o Brasil prometeu ao mundo em Belém não é mais um documento técnico. É um teste de caráter nacional. Ou ele se torna o eixo de um novo pacto federativo – que concilie desenvolvimento, justiça social e proteção da Amazônia – ou será lembrado como uma boa ideia abandonada na primeira curva.