O Jaraqui Graúdo, portanto, é menos um ponto de chegada e mais uma confirmação de rota. Ele nos diz, em voz alta: continuem. Continuem cruzando fronteiras, aproximando academia e empresas, integrando ciência, economia e sustentabilidade. Continuem escutando a floresta, as águas e as pessoas, com a autoridade de quem aqui respira, atua e constrói. Continuem acreditando que a universidade amazônica não é chamada a reproduzir modelos, mas a inventar caminhos.
O Mapa do Caminho que o Brasil prometeu ao mundo em Belém não é mais um documento técnico. É um teste de caráter nacional. Ou ele se torna o eixo de um novo pacto federativo – que concilie desenvolvimento, justiça social e proteção da Amazônia – ou será lembrado como uma boa ideia abandonada na primeira curva.
“Denis Minev apresenta à COP30 uma narrativa integrada que reposiciona a Amazônia como credora climática, propõe a recuperação de milhões de hectares com sistemas...
"Relatos do Curupira: Quem não respeita a terra que pisa, se perde no caminho"
Eu, Curupira, senhor dos atalhos, fiscal dos caminhos tortos e defensor...
Com indústria, infraestrutura, ciência e biodiversidade, o Amazonas pode transformar a segurança jurídica conquistada até 2073 em uma estratégia duradoura de desenvolvimento, geração de renda e integração regional.