Para investir em máquinas e equipamentos, precisa-se de medidas que facilitem e estimulem a recuperação dos empregos e do crescimento econômico, que possibilitem o aumento da competitividade, reduzindo o "Custo Brasil", e não de procedimentos errôneos que criam mais burocracia e dificultam investimentos, atrapalhando o desempenho das empresas.
O aporte de R$ 300 milhões confirma a capacidade de Manaus para receber empreendimentos de alta complexidade. O passo seguinte é organizar uma política de atração de investimentos que conecte o Polo Industrial à biodiversidade, à pesquisa científica e às economias do interior.