A experiência do TCE-AM demonstra que digitalizar a gestão pública não é mais opção, é necessidade. Na Amazônia — onde as distâncias são grandes e os desafios logísticos exigem criatividade —, a adoção estratégica da inteligência artificial mostra que é possível unir tecnologia e compromisso institucional para fortalecer a democracia e a cidadania
Vivemos uma época de transformações profundas. A juventude da Amazônia está sendo chamada a ocupar seu lugar no centro das decisões sobre o presente e o futuro da nossa região. Na Universidade do Estado do Amazonas (UEA), essa convocação é levada a sério e acolhida como missão institucional.
Pelo filósofo brasileiro Álvaro Vieira Pinto, toda tecnologia é benéfica pelo caráter de auxiliar a ação humana na lida com o ambiente e com seus semelhantes. Enquanto essas tecnologias não são plenamente disseminadas vamos alternando nossa lida com as tribos e os mercados, aperfeiçoando nossos pensamentos e ações em defesa dos melhores interesses de nossos próximos, nossos semelhantes, nossa região e nosso país.
Interesse dos Estados Unidos reacende debate sobre o controle dos terras raras pelo governo brasileiro, em meio à disputa global por insumos minerais indispensáveis para a transição energética e a indústria de alta tecnologia
Ao todo, a iniciativa de inclusão digital envolve oito infovias com aproximadamente 12 mil km de extensão, atendendo 58 municípios e chegando a escolas, hospitais e órgãos públicos da região.
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.