Para a Amazônia, essa é uma escolha estratégica urgente. Ou investimos no desenvolvimento de capital cerebral como vetor de soberania e inovação, ou continuaremos dependentes de modelos centrais de tecnologia e know-how, observando nossas riquezas naturais e humanas serem subutilizadas.
A Amazônia não pode depender exclusivamente de incentivos fiscais como argumento defensivo. É necessário apresentar uma proposta afirmativa de futuro.
Durante décadas, falamos em adensamento...
Essa iniciativa dialoga com uma discussão cada vez mais presente no campo socioambiental: sem governança clara e formação adequada, os riscos associados ao uso...