Penso que o principal avanço, provisoriamente chamado de Nova ZFM, se deu com a formulação de uma proposta, consensual e bem fundamentada, com rumos assertivos para sua efetivação
“Desde 2018, a Sony está em um processo de diminuição da fabricação de alguns produtos e essa é uma decisão de mercado de sair não só do Amazonas, mas também do Brasil para começar a fazer investimentos em outras áreas, em outras regiões do mundo.”
Novas gerações de empresários da Zona Franca de Manaus olham para a bioeconomia como alternativa para diversificação de negócios em linha com a sustentabilidade
“O momento exige interlocução, transparência e cumplicidade cívica como vacinas essencial. Assim, além de combater as mazelas das fakenews, estaremos contribuindo para uma aproximação construtiva e fraterna no combate às desigualdades imorais entre Norte e Sul do Brasil.”
Reafirmo, aqui, com todas as letras, que os recursos que a indústria recolhe deveriam ser usados em novas matrizes econômicas. Ponto final. Se acabarem com as indústrias, não vai ter Bioeconomia, nem geoeconomia, nem nada.