Desenvolver, sem desmatar a floresta é nosso compromisso sagrado. O que nos precisamos é de recursos para qualificar massivamente nossos jovens, construirmos parques tecnológicos de informação, comunicação e biotecnologia. Esta é a maneira mais viável de promover o exercício da cidadania e o desenvolvimento socioeconômico e industrial de que a Amazônia e o Brasil precisam.
Permeando esta passo a passo de implantação de novos negócios, identificamos princípios e conceitos de gestão da Amazônia, e a determinação de conectar demandas da indústria que podem e vão ser atendidas pela agroindústria em processo de implantação.
A Associação Comercial do Amazonas teve participação efetiva nessa retomada momentânea da economia. Sob a batuta de Cosme Ferreira, um
cearense que veio para o Amazonas com 2 anos de idade, e aqui ficou até morrer e, através da ACA, teve uma atuação que deixou grandes e
positivas marcas no Amazonas. Uma delas foi apresentar ao Congresso Nacional um projeto que criava a Estação Experimental do Guaraná, em Maués.
O Polo Industrial de Manaus – PIM fechou o ano de 2020 com cerca de 500 industrias instaladas e gerando 93.317 empregos diretos. O faturamento das empresa instaladas no PIM chegou a 119, 68 milhões de reais, melhor resultado dos últimos seis anos e tendo os segmentos de eletroeletrônicos e bens de informática à frente do faturamento global do PIM, com participações que juntas chegam a 50% do faturamento global
Explorar novas potencialidades para a economia do Amazonas. Com mais de 40 anos de experiência no segmento industrial, esta é a missão do engenheiro civil e executivo, Jório Veiga, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti).