O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, destacou a importância de uma economia sustentável para a preservação da Floresta Amazônica, em...
Em artigo polêmico, Amon Mandel criticou o governo Lula por falhar na efetivação de políticas públicas para com os indígenas, apontando falta de representatividade e uso da pauta para fins eleitorais.
A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara (PSOL), emitiu um apelo para a inclusão de mais representantes indígenas na Cúpula de Belém, evento convocado...
“O relatório não acaba com nenhum ministério, não acaba com nenhum órgão, não tira do governo a possibilidade de poder implementar a sua agenda política. Nós vamos continuar conversando com o Congresso Nacional, com o seu relator, para buscar, até a votação no plenário, os aprimoramentos necessários”, disse Alexandre Padilha da da Secretaria de Comunicação Social
A Polícia Federal abriu investigação para apurar o ataque a tiros feito por garimpeiros a indígenas na comunidade Uxiu, na Terra Yanomami, no sábado...
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.