Testemunha e parte integrante dessa liturgia construtiva, junto-me aos demais atores dessa história bela e teimosa de edificação da economia da Zona Franca de Manaus. Nem sempre compreendida nem respeitada em seus propósitos, direitos e contribuições. Foi preciso - e com muita frequência - desviar o melhor de nossa energia para desfazer equívocos, remover a maledicência, destacar os resultados de nossa obstinação colaborativa para gerar oportunidades de emprego e renda e assim atuar – dia após dia – na redução das desigualdades regionais de um país tão rico e tão injusto com as regiões mais pobres da Federação. Por isso o desrespeito nos constrange e aborrece.
“Sem vinculação partidária ou eleitoral, o CIEAM tem razões institucionais para cobrar a preservação das garantias da Zona Franca e a transformação dessas conquistas em investimento, emprego e desenvolvimento regional.”