O Brasil pode escolher continuar importando tecnologia ou pode decidir produzi-la, integrá-la e exportá-la. Pode repetir o erro histórico de tratar a Amazônia como periferia, ou pode assumir a evidência que se impõe: a Amazônia é o novo palco da inteligência nacional.
A presença das Forças Armadas na Amazônia nunca foi apenas uma operação militar. Sempre foi — e cada vez mais precisa ser — um projeto de Estado, de Nação e de futuro. Em tempos de instabilidade geopolítica, mudança climática e pressão internacional sobre os biomas tropicais, o Comando Militar da Amazônia (CMA) reafirma seu papel como guardião não apenas das fronteiras físicas, mas também das fronteiras do conhecimento, da presença institucional e da soberania cidadã.
Se o povo brasileiro desejar a Amazônia sem sangue inocente, precisa falar ao Congresso, sua ressonância natural, para que o orçamento do país corresponda à este desejo.
“Em agosto de 2019, quando esteve em Manaus com o presidente da República, o ministro Paulo Guedes foi enfático ao propor a transformação do Polo Industrial de Manaus numa referência mundial de negócios da Bioeconomia, em função da pujança de nossa biodiversidade. Sabe o que foi feito nessa pretensão? Melhor não responder.”
Congresso estadunidense analisa proposta de Biden, que prevê US$ 20 bi para conter devastação na região. Recursos, se aprovados, devem ir direto a ONGs e empresas, para evitar sabotagem. Amazônia em triste sina: Bolsonaro ou submissão