Dados são de agosto de 2020 até o dia 30 de julho deste ano. Apesar da queda de 5% em relação ao período anterior, este é o segundo pior número dos últimos 5 anos
O Instituto afirma que tudo segue como o esperado e que as primeiras imagens tiradas pelo satélite já foram enviadas e estão em processamento em São José dos Campos.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.