“A perspectiva de melhoria do desenvolvimento da infraestrutura do Amazonas é mínima. Não consigo confiar muito em discursos, pois o que percebo é um...
Parece que as lideranças ou não sabem como lidar com os problemas ou não possuem recursos para fazê-lo, quer sejam intelectuais, financeiros ou de vontade. Então interagir para solucionar os problemas vai apenas demonstrar uma ou todas as suas fragilidades e isso poderá questionar se a liderança é legítima.
Entre tarifas, tecnologia e soberania digital, Brasil e Estados Unidos atravessam uma nova fase de tensões. Na Amazônia, onde a experiência ensina que sobreviver nem sempre é resistir frontalmente, a lição parece apontar para outro caminho: firmeza estratégica, prudência e capacidade de diálogo