No país, o aproveitamento da energia dos ventos (7%) e do Sol (2%) são importantes e seguem crescendo mais que as outras fontes. No ano passado, suas capacidades cresceram 30% e 14% respectivamente, enquanto a capacidade das térmicas aumentou pouco mais de 8%.
A ofensiva judicial da FIESP contra a Zona Franca de Manaus expõe mais do que um embate tributário. Revela a dificuldade histórica de parte do Brasil em aceitar qualquer redistribuição de competitividade, riqueza e protagonismo econômico fora do eixo tradicional de poder.