Em tempos de narrativas fáceis e números manipulados, ouvir Serafim Corrêa é como reencontrar a razão em meio ao ruído. Sua fala na 314ª reunião do CODAM, nesta terça-feira, foi mais que uma defesa da Zona Franca de Manaus (ZFM). Foi um chamado à decência federativa.
Porque não se trata apenas de proteger incentivos — mas de afirmar a dignidade de um povo, a soberania de uma região, e a inteligência de um modelo que gera desenvolvimento com floresta em pé.
"Sua decisão tem sido de colaborar com o crescimento urbano da cidade, do Estado e da região, naquilo que ele se considera preparado e qualificado para assegurar s distribuição mais justa da riqueza aqui gerada visando o exercício pleno da cidadania para nossa gente."
Serafim Corrêa
“Homenagear as Lojas Bemol é mais do que uma obrigação minha, mas por toda uma geração da cidade que viu as lojas crescerem progressivamente. Alegria de relembrar a homenagem ao Saul Benchimol”, disse Serafim.
A soberania brasileira sobre a Amazônia, cá pra nós, é tema de redação na escola fundamental. Hoje, o que significa de fato? Diante de tanta impunidade, violência, insegurança em todos os níveis, acesso facilitado às armas e redução dos recursos para os órgãos de fiscalização… essa soberania, de sentimento pátrio e premissa de vigilância, virou uma frustrante bravata
Com a maior rede hidrográfica do planeta e uma biodiversidade aquática extraordinária, o país está no centro desse debate. Ao mesmo tempo, enfrenta desafios conhecidos: saneamento insuficiente, poluição por mineração, expansão agrícola e impactos das mudanças climáticas. A Amazônia, por exemplo, já apresenta sinais de contaminação por plásticos e outros poluentes, evidenciando que nem mesmo regiões consideradas remotas estão imunes