Uma das características desses fundos é a ação conjunta de instituições públicas, privadas, da sociedade civil e acadêmicas em prol do combate a escassez de água
Em um cenário de nível histórico de baixa no rio Madeira, dragas de garimpo invadem a área, desafiando as recentes ações de fiscalização, e agravam a crise ambiental
A vazante extrema dos rios amazônicos não é apenas um reflexo das mudanças climáticas, mas também da falta de ação do poder público em garantir a infraestrutura necessária para a sustentabilidade e competitividade do setor privado.
A seca histórica de 2024 nos coloca diante de desafios enormes, mas também nos oferece a oportunidade de repensar nossas políticas públicas, nosso modelo de desenvolvimento e nossa relação com o meio ambiente. Não podemos esperar que o cenário se agrave ainda mais para agir.
Em meio a uma seca extrema e recorde de queimadas, 174 pessoas foram presas por crimes ambientais na Amazônia em 2024. A falta de fiscalização e práticas ilegais, como desmatamento e queimadas criminosas, agravam a destruição da floresta e ameaçam a biodiversidade.
“Sem vinculação partidária ou eleitoral, o CIEAM tem razões institucionais para cobrar a preservação das garantias da Zona Franca e a transformação dessas conquistas em investimento, emprego e desenvolvimento regional.”