A Amazônia já paga caro pela distância, pela dependência hidroviária e pela instabilidade histórica de investimentos estruturantes. Agora, paga também pela volatilidade climática. Ignorar essa soma é condenar a região à desvantagem permanente.
"O artigo afirma, sem ornamentação: as secas quentes de hoje são precursoras do clima emergente. O presente funciona como laboratório do futuro. E esse...
A proibição do uso do fogo busca conter e prevenir incêndios florestais durante o período de estiagem, quando altas temperaturas e baixa umidade aumentam significativamente o risco de propagação das chamas.
Desde 2000, a frequência e a intensidade das secas aumentaram em cerca de 30%, ameaçando a segurança alimentar, hídrica e os meios de subsistência de 1,8 bilhão de pessoas.
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.