Os primeiros decretos, planos e articulações representam um avanço institucional importante. Mas os indicadores climáticos sugerem um episódio potencialmente mais intenso, capaz de testar...
A Amazônia já paga caro pela distância, pela dependência hidroviária e pela instabilidade histórica de investimentos estruturantes. Agora, paga também pela volatilidade climática. Ignorar essa soma é condenar a região à desvantagem permanente.