Na Amazônia brasileira, os habitantes dos rios, os pescadores e a maior população indígena do país dependem de rios limpos para alimentação, abastecimento e transporte. Grandes mananciais gerando quantidades colossais de água doce dão a impressão de que esgoto, lixo e outros poluentes não causam problemas porque são apenas temporários e são rapidamente carregados. Mas a realidade é diferente, diz a pesquisadora Salete Almeida da Silva, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Relatório indica que, dos dez pontos que melhoraram de condição alcançando o índice de qualidade de água boa, cinco estão próximos de áreas protegidas ou com mata nativa.
A legislação que define as regras para o setor de saneamento foi aprovada pelo Congresso e sancionada em julho do ano passado pelo presidente Jair Bolsonaro com 11 vetos.