Repercutindo a prorrogação da Operação Verde Brasil 2 no combate ao desmatamento e às queimadas na Amazônia, o Valor destacou que o mal estar causado pela crise entre Salles e Luiz Eduardo Ramos ainda não está totalmente superado entre os militares.
Dias depois de Salles culpar a Noruega pela paralisação do Fundo Amazônia, o ministro do meio ambiente do país afirmou que, para a retomada do financiamento, o governo federal precisa dar “sinais políticos claros” de que “tem vontade política para conter o desmatamento”.
Na 4ª feira (21/10), o Ibama alegou falta de recursos e ordenou a suspensão do combate a incêndios e queimadas em todo o país. O governo foi pego de “calças curtas” pelo anúncio, já que Salles não antecipou a informação a ninguém.
Um dos pontos assinalados por Salles é que os recursos do Fundo não teriam contemplado a iniciativa privada e privilegiavam projetos do Terceiro Setor, com resultados pouco significativos.
Um estudo conduzido pela equipe do professor Raoni Rajão, da UFMG, desmentiu a falácia levantada pelo governo federal para justificar a explosão das queimadas do Pantanal em 2020: a lenda do “boi bombeiro”
Em manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF), o ministério do meio ambiente defendeu as decisões recentes do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) que revogaram normas de proteção a manguezais e restingas