O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira que o governo precisa avançar em sua agenda de privatização sob o risco de perder apoio, já...
Últimos pontos de concentração estão no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rondônia, mas sem bloqueios de rodovias, segundo balanço do Ministério da Infraestrutura.
Segundo previsão do Ministério das Comunicações, a adoção do 5G fará com que o número de dispositivos móveis atrelados à Internet das Coisas passe de 30 milhões para 100 milhões em 2023.
Ministério do Desenvolvimento Regional teve o Orçamento para 2021 reduzido em R$ 9,4 bilhões, entre vetos e bloqueios, e o da Educação perdeu R$ 3,9 bilhões.
Cerca de R$ 235 milhões serão destinados a rodovias da Região Norte; R$ 10 milhões para o Centro-Oeste e R$ 30 milhões para as regiões Sul e Sudeste: R$ 15 milhões cada uma.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.