O presidente Joe Biden disse uma vez a famosa frase: “Não me diga o que você valoriza, mostre-me seu orçamento e eu direi o que você valoriza. ” A frase é mais verdadeira do que nunca para um número cada vez maior de pessoas, em especial entre as mulheres.
“O que precisamos é de respeito não apenas à lei mas ao nosso direito de ver aplicada nesta região a riqueza que geramos como mandam os estatutos legais. O resto é muito simples de entender: precisamos, sabemos e queremos trabalhar”.
"Por que não entregamos os laboratórios do CBA – pagos com os recursos das empresas para as taxas da Suframa – para quem tem CNPJ e expertise na área como a Embrapa - uma empresa de classe mundial da qual nos orgulhamos - para fazer Bioeconomia e outros avanços biotecnológicos?"
A riqueza aqui gerada precisa ser usada na região para remover os índices escabrosos de desenvolvimento humano de nossa gente. Isso é absolutamente urgente e fundamental, como é, também, inadiável, a reedição das medidas emergenciais da economia.
Muito se fala que a Amazônia é chave na preservação da biodiversidade e na regulação do clima. Também é essencial no processamento de vapor de água para o Brasil central e sul, tem a maior diversidade do planeta, o ciclo hidrológico mais intenso, além de ser o maior repositório de carbono de qualquer região continental. Mas, mesmo sendo estratégica, suas características e importância mundial levam a questões complexas:
Entre desafios logísticos, pressão internacional e transição climática, a indústria do Amazonas consolidou uma experiência singular de desenvolvimento associado à floresta em pé, com mulheres assumindo papel cada vez mais estratégico nos espaços de liderança, inovação e transformação regional.