Hoje, o planejamento da conservação quase sempre é feito pensando primeiro nos ambientes fora d’água. No entanto, essa priorização acaba deixando as espécies de água doce pouco protegidas.
Os desafios do Amazonas são grandes demais para projetos individuais e urgentes demais para disputas menores. A hora pede convergência, responsabilidade e comunhão de propósitos