Hoje, o planejamento da conservação quase sempre é feito pensando primeiro nos ambientes fora d’água. No entanto, essa priorização acaba deixando as espécies de água doce pouco protegidas.
“Sem vinculação partidária ou eleitoral, o CIEAM tem razões institucionais para cobrar a preservação das garantias da Zona Franca e a transformação dessas conquistas em investimento, emprego e desenvolvimento regional.”