Por que o Brasil não dá a menor importância para esse almoxarifado biótico? E o que é pior: não deixa ninguém se habilitar a fazê-lo. Quer dizer, a venda de terras para estrangeiros e o contrabando do germoplasma e recursos minerais correm soltos.
“Além da Bioeconomia, vários novos negócios estão rodando. Precisamos nomeá-los, priorizar os mais promissores e financiar outros para que peguem vento. Sem conflito nem confronto”.
A obra, assinada pelo fotógrafo Adriano Gambarini e a jornalista Laís Duarte, reúne fotos e relatos de povos indígenas e ribeirinhos, numa narrativa sobre o rio Negro
E entre uma festa e outra, da padroeira, Páscoa ou quaisquer desculpas ou formatos de sublimação, fui treinando o vatapá amazonense, fazendo de cobaias meus contemporâneos de clausura, sempre justificando a confraria com a profecia de Dona Amazonas: “meu filho, em SP você vai se deparar com um grande vazio, por isso, vatapá.”.
O Brasil só começou a "pensar alternativas econômicas" para a Amazônia após a segunda guerra mundial quando o país começou a sofrer com a escassez de produtos industrializados e o aumento de preços dos produtos importados que pressionavam a economia nacional.