Tag: Responsabilidade Social

Mercado de crédito de carbono demanda projetos com impacto social

Os projetos de geração de créditos de carbono estão cada vez mais alinhando a preservação ambiental com o impacto social Por Naiara Bertão — Para Prática...

Transformação Digital: 5G promete muitos benefícios, porém, é preciso vencer desafios

Com sua implantação, a expectativa é que sejam abertas inúmeras possibilidades em áreas, tais como, inteligência artificial, processamento de dados, realidade aumentada, big data,...

Amazônia, ingredientes vitais da mudança 

“Muito obrigado, querido e respeitado amigo Jório, pelo seu heroísmo e pela grandeza de seu caráter. Com certeza, o Amazonas ja lhe reserva um...

“Enquanto tivermos pessoas em situação de vulnerabilidade, nossa Ação Social não termina”  

Voluntário destacado da ASI - Ação Social Integrada do Polo Industrial de Manaus, Hamzah Ahmad Nasser, ou simplesmente Nasser, é o que se chama de madeira pra qualquer canoa, contanto que ela possa navegar no rumo da cidadania. Em entrevista ao portal BrasilAmazoniaAgora, e em depoimento utilizado no vídeo relatório da ASI, relatou suas experiências pelas periferias e cercanias de Manaus. Com clareza e didática, defendeu que, enquanto houver vulnerabilidade no Amazonas, a Ação Social Integrada deve continuar atuando, em condições profissionais, e no contexto de responsabilidade social. De quebra, Nasser cobrou maior empenho do poder público para enfrentamento do problema. Confira!! 

PIM: hora de fábricas neutras em carbono?

Temos a oportunidade de definir os padrões globais para isso, com métricas e selos que advenham das nossas características e modelos de negócios. Parece...

IBM e Adobe colaboram para introduzir adolescentes aos conceitos básicos de design

Cursos gratuitos no IBM SkillsBuild para Estudantes preparam os alunos com habilidades de design úteis para o ambiente de trabalho ARMONK, N.Y., 1 de setembro...

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

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“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.