Pior ainda é quando se discute tema tão relevante sem estudos robustos de impactos socioeconômicos e setoriais. Estamos navegando em mares desconhecidos e podemos atracar em porto ainda mais inseguro.
Precisamos fugir desta armadilha de soluções fáceis para problemas complexos, de unguentos ou super-heróis. Quem não sabe por qual razão pode simplesmente ignorar. Se quiser entender minimamente a razão disso, convém ler a história de qualquer era e local, desde que envolva a ascensão e a queda de uma sociedade.
“Trabalhando juntos e precisando acertar, vimos que o caminho da Solidariedade, nos sentidos literais e da objetividade premente, era o único, entre os possíveis,...
Relatório da ONU, prevê para o Brasil, em 2020, a elevação da taxa de pobreza e a de extrema pobreza. O mundo inteiro está focalizado na crise, em suas diferentes dimensões. As soluções não serão fáceis e exigirão muita criatividade, flexibilidade, cooperação e sacrifício. A despeito desse dramático quadro, optamos por práticas diversionistas. É o negacionismo em estado puro.
Com o discurso federal de novos impostos, sob a desculpa de compensações tributárias prováveis a setores x e y, a história deste hospício fiscal não vai ter fim.