Relatório da ONU, prevê para o Brasil, em 2020, a elevação da taxa de pobreza e a de extrema pobreza. O mundo inteiro está focalizado na crise, em suas diferentes dimensões. As soluções não serão fáceis e exigirão muita criatividade, flexibilidade, cooperação e sacrifício. A despeito desse dramático quadro, optamos por práticas diversionistas. É o negacionismo em estado puro.
Com o discurso federal de novos impostos, sob a desculpa de compensações tributárias prováveis a setores x e y, a história deste hospício fiscal não vai ter fim.
“Não reconhecemos as causas do problema de miséria em meio a um potencial de riqueza tão grande. Alguns de nós sequer percebem que temos miséria. Está na hora de começar a mudar esta condição”.
“... o que é investimento em infraestruturas sustentáveis? Por acaso, vai incluir a extensão regional de fornecimento de energia para mais de 30% das comunidades interioranas? E, finalmente, gostaríamos de saber a que garantias vitais/sociais o Plano dos Bancos se refere quando fala dos direitos básicos da população que serão resguardados?”
A expansão da Zona Franca não retira empregos do Sudeste. Muito pelo contrario. Amplia encomendas para a indústria paulista, fortalece a segurança hídrica do agronegócio e preserva a floresta que abastece de chuva os reservatórios brasileiros.