A ideia é criar condições favoráveis que possam abrir o caminho para que os agricultores melhorem seu sustento e se tornem independentes para, futuramente, expandirem de forma orgânica e autossuficiente, gerando, ao mesmo tempo, impacto ambiental positivo.
Este pioneirismo se tornou referência amazônica de reflorestamento e domesticação de várias espécies, que antecedem e preparam um novo tempo de prosperidade, a Bioeconomia sustentável.
A ofensiva judicial da FIESP contra a Zona Franca de Manaus expõe mais do que um embate tributário. Revela a dificuldade histórica de parte do Brasil em aceitar qualquer redistribuição de competitividade, riqueza e protagonismo econômico fora do eixo tradicional de poder.