Consumidores e investidores já aprenderam a valorizar produtos e serviços com responsabilidade ambiental. Isso pode gerar enormes oportunidades de negócios para o País, desde que o governo brasileiro saia da contramão.
A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) deve elaborar nos próximos meses um conjunto de indicadores para avaliar e acelerar as ações de...
Presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara repete discurso do governo com ataque a ONGs, defesa de garimpo em terras indígenas e mentiras sobre regularização fundiária
O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou em janeiro de 2021 que "comprar soja brasileira é endossar o desmatamento da Amazônia". Essa declaração causou...
COLUNA CARLOS BRICKMANN
Enquanto o Reino Unido, o Império Onde o Sol Nunca se Punha, libertava as colônias, enquanto a França deixava a Argélia, enquanto...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.