Óleos naturais, cafés regionais e o tradicional tucupi foram alguns dos exemplos comentados dentre os diversos produtos oriundos de projetos desenvolvidos e apoiados localmente.
Recursos de incentivos fiscais beneficiam indústrias e centros tecnológicos para o desenvolvimento da bioeconomia amazônica, com aumento da renda, segurança alimentar e conservação da floresta.
Como diz Denis Minev, um de seus conselheiros, “O IDESAM tem dado alguns passos para desenvolver uma Bioeconomia um pouco diferente, uma Bioeconomia que não toca nem depreda a floresta, mas retira a inteligência a partir da floresta para desenvolver outros produtos e outras frentes empreendedoras”.
Novas gerações de empresários da Zona Franca de Manaus olham para a bioeconomia como alternativa para diversificação de negócios em linha com a sustentabilidade
“Vale lembrar que o IDESAM teve reforço institucional do Cieam, em 2017, para assumir o programa Parceiros da Amazônia, da Embaixada dos Estados Unidos/ USAID, que fomenta projetos de desenvolvimento sustentáveis com apoio das empresas americanas do Polo Industrial de Manaus. Avante!!!”
“Nós temos expertise e estoque natural para gerar riqueza, oportunidades e renovar a floresta, protegê-la da economia que destrói e ampliar seus serviços ambientais...”
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.