Quais são as demandas do Polo industrial para o investimento em Programas de Bioeconomia e o que a indústria pode ganhar com isso? Desde que começou a financiar o Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), há 20 anos, a indústria tem muito clara sua expectativa nessa articulação para diversificar nossa planta industrial.
Em 20 meses de operação, o Programa Prioritário de Bioeconomia já conseguiu captar recursos de sete empresas do PIM, com um saldo positivo de um projeto totalmente concluído e pelo menos outros quatro em andamento e nove em fase de negociação. Atualmente, o PPBio conta com mais de 70 iniciativas no seu Banco de Projetos que buscam aporte para sair do papel e levar soluções reais para a sociedade a partir de investimentos em bioeconomia.
Recursos de incentivos fiscais beneficiam indústrias e centros tecnológicos para o desenvolvimento da bioeconomia amazônica, com aumento da renda, segurança alimentar e conservação da floresta
Óleos naturais, cafés regionais e o tradicional tucupi foram alguns dos exemplos comentados dentre os diversos produtos oriundos de projetos desenvolvidos e apoiados localmente.
Recursos de incentivos fiscais beneficiam indústrias e centros tecnológicos para o desenvolvimento da bioeconomia amazônica, com aumento da renda, segurança alimentar e conservação da floresta.
Como diz Denis Minev, um de seus conselheiros, “O IDESAM tem dado alguns passos para desenvolver uma Bioeconomia um pouco diferente, uma Bioeconomia que não toca nem depreda a floresta, mas retira a inteligência a partir da floresta para desenvolver outros produtos e outras frentes empreendedoras”.