E quem vai bancar a antecipação desta utopia? Quem vai assinar a carta de crédito desse mutirão de empreendedorismo? Como transformar nossas instituições de ensino, qualificação técnica, científica e crítica na base que vai amparar o novo tempo de uma economia da sustentabilidade amazônica?
Em lugar de esperar soluções messiânicas, precisamos agir com o protagonismo de quem produz emprego, impostos e riquezas. Beiramos a fronteira da irresponsabilidade se não nos mobilizamos para auditar, e influenciar sua aplicação conforme a legislação. Temos colegiados de composição híbrida que, estranhamente deixaram de funcionar. São conselho representativos da Sociedade e a eles compete a gestão transparente de generosos recursos da indústria para o interesse coletivo.
“E só assim, oferecendo emprego e condições dignas de trabalho, poderemos avançar na economia da Amazônia do Futuro – as bases já estão fincadas – buscando na biodiversidade as soluções farmacológicas, nutricionais e dermocosméticas demandadas pela humanidade.”
Essa compensação tributária é uma política do Estado Brasileiro de desenvolvimento regional e proteção florestal. E se nós nos destacamos no ranking nacional é porque, em lugar de difamar parceiros, trabalhamos intensamente e de olho na proteção florestal. E nosso trabalho repercute na conservação ambiental do Estado do Amazonas, onde o Polo Industrial de Manaus responde por 500 mil empregos, entre os diretos e indiretos que o IBGE e a RAIS contabilizam.