“…na medida em que o Polo Industrial de Manaus demonstrar sua perspectiva ESG na descarbonização de suas emissões e, principalmente, com a demonstração efetiva de suas contribuições para a promoção da qualidade de vida da pessoas que aqui vivem, corremos o risco de sair da condição de vilania fiscal para nos constituirmos no programa de maiores acertos e avanços na história da política fiscal para desenvolvimento regional.”
"Vemos com bons olhos essa preocupação da opinião pública mundial com a Amazônia, a retomada do Fundo Amazônia, a recomposição da liderança ambiental mundial do Brasil e o desejo expresso na COP27 para recompensar, tanto os países que são vítimas da mudança climática provocada pelas emissões dos países desenvolvidos, bem como aqueles que, como o nosso país, conserva suas florestas, premissas da redução dos danos climáticos."
Tudo isso, porém, vai ralo abaixo com a demonização fiscal da ZFM, com a transformação de sua política pública focada em redução das desigualdades regionais, em pivô da crise fiscal que ataca o país. Uma conversa sem base factual nem pudor institucional. Ou tudo isso vai Rio acima, e pode ganhar ares de relevância e implicações positivas na poupança e retomada na reindustrialização em curso.
Apesar disso, este caça-níquel fiscal jamais se dispôs a contribuir com a infraestrutura logística da operação. O Porto existente em Manaus, o maior porto fluvial do país, foi construído no início do Século passado e jamais teve similar desde então. Vamos visitar a Amazônia e o Mercado do Augusto ensaísta.
A Honda, uma das grandes multinacionais que compõe o Polo Industrial de Manaus, onde emprega milhares de pessoas, comemorou nessa última semana uma marca histórica.