Na 2ª feira passada (9/11), o Estadão mostrou que esse plano inclui a imposição de um marco regulatório restritivo para a atuação de organizações da sociedade civil na Amazônia, proibindo aquelas que, na visão do governo, atentem contra o “interesse nacional”.
"Da bateria que alimenta um smartphone aos grandes sistemas de armazenamento de energia, qualidade, segurança e responsabilidade ambiental precisam acompanhar cada etapa da produção. Em Manaus e Extrema, padrões internacionais transformam mais de 50 anos de experiência industrial em confiança para os novos desafios do setor energético"