Na 2ª feira passada (9/11), o Estadão mostrou que esse plano inclui a imposição de um marco regulatório restritivo para a atuação de organizações da sociedade civil na Amazônia, proibindo aquelas que, na visão do governo, atentem contra o “interesse nacional”.
A expansão da Zona Franca não retira empregos do Sudeste. Muito pelo contrario. Amplia encomendas para a indústria paulista, fortalece a segurança hídrica do agronegócio e preserva a floresta que abastece de chuva os reservatórios brasileiros.