O IEMA acaba de publicar sua análise da crise hídrica, e o recado não podia ser mais claro: o governo deveria ampliar a base de renováveis e a complementar por meio do armazenamento de energia nos reservatórios, em baterias e via geração e estocagem de hidrogênio.
Negar a gravidade de crises parece ser uma das marcas registradas do governo Bolsonaro, talvez imaginando que tudo possa ser resolvido com meia dúzia...
O aporte de R$ 300 milhões confirma a capacidade de Manaus para receber empreendimentos de alta complexidade. O passo seguinte é organizar uma política de atração de investimentos que conecte o Polo Industrial à biodiversidade, à pesquisa científica e às economias do interior.