A hora é de somar, conjugar o verbo construir na primeira do plural, priorizando atores, interesses e demandas locais, identificar os avanços ensaiados, valorizar...
E não são os nossos índios o problema. Eles próprios se dispõem a participar das iniciativas com seu precioso conhecimento da Amazônia. Podemos entrar com a tecnologia e eles com o conhecimento da harmonização florestal. Afinal eles tem 15.000 anos de relacionamento inteligente e sustentável com a natureza. E quando falo na primeira do plural estou falando em nome de pessoas próximas que topam os projetos de diversificação. Ou seja, nós temos propostas, elas não são novas, são insistentes mas não dependem apenas da nossa percepção e boa vontade. Como diz o empresário Denis Minev, é preciso que o Brasil se comprometa com a nova economia que se organiza pelo interior da Amazônia.
Dois artigos recentes mostraram que a intervenção humana na floresta favorece a dominância do mosquito “Anopheles darlingi” e em quais momentos há picos de infecção pela doença
Mais uma oportunidade do Brasil conhecer este Brasil onde borbulham mais de 20% dos princípios ativos da Terra, nossa biodiversidade, e também a reserva natural de recursos hídricos, mais de 1/5 da água potável disponível para a Humanidade.
O gás é resultante da decomposição de resíduos orgânicos e gera energia térmica, elétrica e veicular de forma limpa e com redução de custos e impactos ao meio ambiente
Para o ex-ministro da Agricultura, a preservação da Amazônia depende da criação de alternativas sustentáveis de produção, que possam gerar renda para os habitantes...
Estudo mostra que florestas africanas passaram a emitir carbono, elevando riscos climáticos e reforçando alerta para a preservação das florestas tropicais.