"Aliando conhecimento tradicional e avanços científicos, o manejo sustentável do Pirarucu na Amazônia brasileira mostra resultados impressionantes, com aumento significativo na população da espécie e melhorias econômicas para as comunidades locais."
Pescada Amazônica também já foi encontrada em diferentes pontos do estado. Extensão de possíveis impactos ambientais ainda não está clara. Mas estudiosos defendem que...
A nova solução tecnológica consiste em testes de sexagem molecular para identificação individual do sexo dos peixes pirarucu e tambaqui
Os produtores de alevinos de...
Produção de peixes em tanques suspensos, com reaproveitamento de água e resíduos, é destaque no portfólio de investimentos em bioeconomia que despontam no Polo Industrial de Manaus
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.