A lei atinge em cheio os países que carecem de sistemas oficiais eficientes de monitoramento e controle de origem dos produtos agrícolas, como é o caso do Brasil
Infelizmente, no momento atual brasileiro, isso parece ser uma realidade muito distante. Cada vez mais a sociedade civil, cientistas e povos indígenas são ignorados e sua presença é rechaçada em decisões governamentais.
O código de barras de DNA tem sido usado para rastrear o comércio ilegal de animais selvagens e plantas, monitorar a qualidade da água e até mesmo descobrir a venda de tubarões ameaçados de extinção em peixes e batatas fritas.
Hoje, o planejamento da conservação quase sempre é feito pensando primeiro nos ambientes fora d’água. No entanto, essa priorização acaba deixando as espécies de água doce pouco protegidas.
Entre desafios logísticos, pressão internacional e transição climática, a indústria do Amazonas consolidou uma experiência singular de desenvolvimento associado à floresta em pé, com mulheres assumindo papel cada vez mais estratégico nos espaços de liderança, inovação e transformação regional.