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Conheça 5 entraves da Bioeconomia na Amazônia

Aqui habitam as soluções miraculosas para essas demandas globais. Com um detalhe, é insano desmatar, queimar e fazer pasto desse almoxarifado genético de valor incalculável.

A Bioeconomia, a ZFM e o professor aloprado

“Então, professor Sheinkman, o Amazonas e sua arrojada economia não custam um centavo ao país. Caso discorde, apresente uma nota de despesa em favor das empresas da ZFM assinada pelo poder público. O Brasil é que nos custa muito dinheiro.”

ZFM: a pauta ausente na temporada eleitoral

Um dos pontos vitais do mencionado plano, que chamamos de Nova ZFM, é a necessidade de um novo formato de gerenciamento dos recursos gerados pelo programa ZFM, que precisa ser adensado, diversificado e regionalizado em seus benefícios. um novo modelo de gestão da riqueza gerada na Amazônia para a Amazônia.

A riqueza que geramos na Amazônia tem que ser aplicada na Amazônia

Já estamos entre os 5 maiores contribuintes da União. Temos que reter aqui a riqueza aqui produzida. O Brasil tem um Norte com IDHs...

ISI, Instituto Senai de Inovação, a boa notícia

Qual o sentido de anunciar Manaus como Centro Mundial de Bioeconomia sem assegurar reinvestimentos dos recursos produzidos pelo próprio modelo para este fim de qualificação das pessoas e instituições?

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A teimosia que abriu a porta da logística amazônica

Ao reunir no mesmo fórum o comando da política hidroviária, o DNIT e a Marinha, o CIEAM oferece uma mostra dos resultados de uma mobilização construída ao longo dos anos. A presença qualificada do governo federal indica que os gargalos do Amazonas começam a ser compreendidos como uma questão nacional, ligada à competitividade, à arrecadação, à segurança territorial e ao futuro da economia da floresta em pé.