Indicado para o Ministério da Saúde defendeu a combinação das ações e enfrentamento à covid-19 com medidas de proteção do emprego e assinalou o papel da ciência brasileira para subsidiar autoridades de saúde.
Ao chegar para reunião no ministério, Queiroga disse que "a política é do governo Bolsonaro. A política não é do ministro da Saúde. O ministro da Saúde executa a política do governo".
Médico cardiologista substituirá o general Eduardo Pazuello no comando da pasta. A nomeação de Queiroga será publicada na edição desta terça do Diário Oficial da União.
Desde que a vacinação começou, foram distribuídos de 13 milhões a 14 milhões de doses, disse o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. “É uma vitória do nosso país", afirmou.