Mesmo com uma autuação recorde de mais de R$ 105 milhões, o Ibama curiosamente optou por não revelar o nome do cidadão. O mistério foi desvendado por André Borges no Estadão, que destacou também as conexões de Jassonio nos corredores do poder na Brasília de Bolsonaro.
“Não estamos falando de intocabilidade e sim do manejo inteligente de nossas potencialidades, previsto em Lei e que nos permitirá diversas
iniciativas de bionegócios, com as ferramentas da inovação tecnológica, e de forma sustentável, para implantar a economia de nossa diversidade biológica, geológica e de serviços ambientais.”
Documento prevê a redução do desmatamento à taxa de 8.718,6 km² por ano, valor quase 16% maior do que o registrado no ano anterior ao início do mandato de Bolsonaro