Em seu parecer, Antônio Seixas afirma que a autorização dada pelo Conselho de Defesa Nacional viola “o direito fundamental ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, a proteção da Floresta Amazônica enquanto Patrimônio Nacional, a dignidade dos povos indígenas e o princípio do desenvolvimento sustentável”.
De acordo com declarações de Juma, seu pai tentou dialogar com os garimpeiros ilegais, pedindo para que se retirassem da área, por se tratar de uma Terra Indígena. “Meu pai tentou filmar a ação dos garimpeiros, que já chegaram lá operando as dragas, mas foi agredido por oito homens armados que tentaram tomar o celular dele. A sorte foi que ele conseguiu sair e voltar para avisar as outras aldeias”, declarou a líder.
Análise de imagens de satélite feita pelo MapBiomas aponta evidências de que a coloração diferente nas águas do rio paraense é resultado da explosão do garimpo na região