Entre os principais fatores que favoreceram a expansão do arbovírus estão o desmatamento e as mudanças climáticas, que facilitaram a circulação do patógeno e o surgimento de novas sublinhagens fora da região amazônica.
Entre desafios logísticos, pressão internacional e transição climática, a indústria do Amazonas consolidou uma experiência singular de desenvolvimento associado à floresta em pé, com mulheres assumindo papel cada vez mais estratégico nos espaços de liderança, inovação e transformação regional.