A melhor compreensão do processo de globalização das águas irá permitir que governos, empresas e consumidores possam contextualizar melhor a sua responsabilidade social e suas políticas (alocativa, distributiva, regulatória, conservacionista) de sustentabilidade desse recurso ambiental. Como já dizia Guimarães Rosa: “A água de boa qualidade é como a saúde e a liberdade, só tem valor quando acaba”.
Entre tarifas, tecnologia e soberania digital, Brasil e Estados Unidos atravessam uma nova fase de tensões. Na Amazônia, onde a experiência ensina que sobreviver nem sempre é resistir frontalmente, a lição parece apontar para outro caminho: firmeza estratégica, prudência e capacidade de diálogo