Por isso, na condição de cidadão amazonense e amazônida, reiteramos o apelo e reafirmamos o compromissos, que deve ser de todos nós, aqui incluindo o setor produtivo, para que esta lei seja cumprida. É injusto e imoral olharmos em torno da paisagem socioeconômica e não sabemos aonde foram aplicados tantos recursos - capazes até de uma revolução social, econômica e ambiental em um novo paradigma de prosperidade de nossa gente. Calar-se ou acomodar-se, em última estância, significa compactuar com essa ilegalidade inaceitável. Já passou da hora, portanto, de corrigir a desordem e brecar esta caminhada ao arrepio da lei.
Segundo Saleh, o objetivo é trazer a OAB Amazonas para o debate, visando a construção de um caminho que nos ampare com a segurança jurídica dos constantes ataques a ZFM. “O Brasil não conhece nossa realidade, muito menos este modelo de acertos sociais, econômicos e de sustentabilidade ambiental.”
Os desafios do Amazonas são grandes demais para projetos individuais e urgentes demais para disputas menores. A hora pede convergência, responsabilidade e comunhão de propósitos