Preservar a diversidade das florestas garante sua produtividade e potencialmente aumenta o acúmulo de carbono e nitrogênio no solo, o que ajuda a manter...
Fazendeiros holandeses seguem protestando contra medidas do governo que, na tentativa de combater a poluição, pode levar à extinção de fazendas de produção no...
Durante um jantar em família, a estudante australiana Angelina Arora teve um momento ‘eureka’. “Cascas de camarão parecem plástico, né?“, disse ela no meio da...
Segundo a ministra da Agricultura, o Plano Nacional de Fertilizantes, que será lançado neste mês, tem o objetivo de alcançar a autossuficiência em 30...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.