Dez pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) estão entre os quase 100 melhores cientistas na área de ecologia e evolução do...
“Está claro que precisamos cuidar do ambiente que todos compartilhamos. Todos os seres vivos, mesmo aqueles que nós não conseguimos ver. Está claro também...
Há décadas, as empresas instaladas na Zona Franca de Manaus alardeiam que protegem a floresta pelo fato de oferecerem milhares de empregos (atualmente 500 mil empregos entre diretos e indiretos, segundo o IBGE/FGV). A Ciência concorda com as premissas mas recomenda outras medidas que, além de confirmar o enunciado, poderiam monetizar os serviços ambientais que daí resultam. Confira as opiniões do cientista Niro Higuchi, 40 anos dedicado à investigação da Dinâmica do Carbono na rotina da rotina da fotossíntese na floresta.
Para tanto, além de pugnar pela segurança jurídica de suas empresas, o Polo Industrial de Manaus se comprometeu, há mais de 50 anos, a assumir o papel de amicus curiae da floresta, por uma razão muito simples, quem é pela indústria de Manaus é adepto militante da Amazônia e quem se diz adepto da defesa da floresta tem, igualmente, o dever de respeitar a indústria da ZFM.
Como conferir este dado? O cientista Niro Higuchi, INPA, ABC e IPCC, responsável pelo projeto CADAF, a dinâmica do carbono na Amazônia, sugere três dicas para entender como se dá a mensuração do desmatamento.
“As plantas, das imensas castanheiras às pequenas violetas, são verdadeiras bombas hidráulicas naturais. Elas estão constantemente puxando água de suas raízes até as folhas mais altas, e bombeando açúcares produzidos por suas folhas de volta para as raízes. Esse fluxo constante de nutrientes é transportado através de um sistema de tecidos chamados xilema e floema, agrupados em conduítes fibrosos paralelos.”