Foi dada a largada nas negociações oficiais para a integração do Brasil à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o clube das nações...
A declaração conjunta EUA-China sobre o clima, apresentada no final da última 4ª feira (10/11) em Glasgow, foi uma grata surpresa para negociadores e observadores do...
Rica biodiversidade e importância histórica reforçam papel do Brasil frente às discussões que definirão os rumos e compromissos do mundo no combate à crise...
O Guardian destacou as críticas ácidas de patrocinadores da COP26 quanto à organização do evento. Para eles, as coisas estão acontecendo no último minuto, de maneira...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.