Segundo ele, o negacionismo econômico se manifesta por meio da recusa em aceitar que uma reestruturação da economia global seja viável ou desejável para enfrentar a crise climática.
Com indústria, infraestrutura, ciência e biodiversidade, o Amazonas pode transformar a segurança jurídica conquistada até 2073 em uma estratégia duradoura de desenvolvimento, geração de renda e integração regional.