Dados recentes do sistema de monitoramento DETER, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), revelam uma preocupante tendência no desmatamento do Cerrado, um dos...
Concessão de florestas públicas : em um movimento inédito para a conservação da Amazônia, duas unidades de conservação fortemente impactadas pelo desmatamento, a Floresta...
Cientistas do Equador estão estudando como as mudanças climáticas estão impactando as populações de borboletas, revelando uma alarmante diminuição na biodiversidade e expondo as severas limitações adaptativas dessas espécies frente a variações extremas de temperatura.
A Amazônia já paga caro pela distância, pela dependência hidroviária e pela instabilidade histórica de investimentos estruturantes. Agora, paga também pela volatilidade climática. Ignorar essa soma é condenar a região à desvantagem permanente.
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.