Entrevista com Francisco de Assis das Neves Mendes
As relações de trabalho passaram por mudanças disruptivas recentes e novas formas de trabalho foram estabelecidas...
Em 1998, iniciamos a construção do CBA, Centro de Biotecnologia da Amazônia, com os recursos das empresas pagos à Suframa. 22 anos depois, com investimentos de US$120 mi, ainda não temos CNPJ, que nos permitiria inaugurar o polo de Bioeconomia. Com ele, em 10 anos, dizem os especialistas, estaríamos produzindo e exportando produtos da biodiversidade amazônica dentro do parâmetro de sustentabilidade que usamos há meio século para gerar empregos e proteger a floresta. Bioeconomia supõe manter a floresta em pé com os recursos da Ciência e Tecnologia, com os quais produziremos em laboratório os itens que a humanidade precisa
Atualmente o Distrito Industrial, agora PIM (Polo Industrial de Manaus), reúne quase 500 empresas, porém, nenhuma delas, até agora, conseguiu atingir alguns expressivos números como a Moto Honda da Amazônia.
Não nos ponham no banco dos réus, apenas respeitem nosso jeito de gerar riqueza, baseados na sustentabilidade da Amazônia, mantendo intacta nossa floresta, empregos e oportunidades para todo o Brasil.“
“Estudo detecta microplásticos em tumores de próstata enquanto relatório da ONU revela mercado bilionário de tráfico de lixo tóxico. A crise é ambiental, sanitária e de governança.”